Hoje muitos dos meus princípios foram abandonados. Muitas das minhas memórias apagadas. Uma grande máscara é forçada a ganhar vida através do meu rosto, uma grande tristeza, é o que o meu coração pulsa a cada batimento cardíaco. As minhas lágrimas caem do meu rosto, ainda negras. As minhas batalhas contra os demónios divinos, tinham-me tirado a voz, sendo oficialmente silenciada. Agora, o anjo perdeu as asas, o humano despedaçou o coração.
Vejo, com saudade, o meu verdadeiro “eu” desaparecer por entre a escuridão e a mascara – a que o meu espírito pertenceria agora – ser obrigada a permanecer na luz. Foge de mim, como uma bela borboleta em direcção a escuridão. A ultima lágrima negra foi derramada.
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