10 de julho de 2012
Acredito que tudo tem uma duração e a do blogue terminou. Foi bom enquanto durou.
Podem-me sempre encontrar no twitter e no tumblr, onde posto frequentemente.
Quem sabe, talvez um dia volte a este meu cantinho, ou crie outro, mas por agora não faz sentido.
Obrigado a todos! :)
3 de junho de 2012
Vazio e Dor.
29 de maio de 2012
Paranóia.
1 de maio de 2012
Fobia.
24 de março de 2012
As Sombras.
As palavras, aqui representam o medo face a um espelho turvo, o medo de olhar um rosto gémeo cuja expressão é triste e o olhar vazio...
Sei que te deixas levar pela escuridão, ela protege-te do mundo em troca de tão pouco,
apenas a luz pela sombra e a cada respiração ela envolve-te, sufoca-te parecendo que te abraça...
A razão de existir vai esmorecendo até que o teu mundo interior se torne a terra do nunca, onde és livre, ganhas asas negras e voas, nele perdes-te e nele encontras-te,
nele encenas uma peça de teatro negro onde marionetas dançam para ti e te fazem sorrir.
Sei que esse mundo mantém-nos vivos na ilusão, mas um dia acordamos e os fragmentos desse mundo perdem-se na realidade...
Na terra dos homens, somos imperfeitos e aqui as asas negras não voam mais...
Aqui, apenas os amigos nos abraçam e nos levam a sorrir, aqui os anjos são reais e no limiar do sofrimento são eles que nos mostram essa terra do nunca...
Em tempos, essa escuridão prendia-me e hoje ela reina comigo entre palavras e olhares pintados de negro, hoje ela faz parte de mim e agora eu divido-a contigo...
Hoje, essa escuridão é falada através de palavras, as palavras que te escrevo dizendo que não estás só, pois nessa escuridão existem outros como tu!
Imagina essa escuridão, como um quarto escuro onde uma luz se acende e aí poderás ver que não estás só, pois contigo estão todos aqueles cujos sonhos passam pela existência de uma luz artificial, uma luz negativa cujo nome sombra é dado.
A mesma sombra que nos une sob o nome de amizade...
17 de março de 2012
A Vida.
6 de janeiro de 2012
Desabafo.
17 de dezembro de 2011
Desta vez, não!
13 de dezembro de 2011
Olhar Sombrio - Parte 1.
16 de outubro de 2011
Claudius.
Ali, aqui... Perto de mim.
15 de outubro de 2011
Lembranças.
1 de outubro de 2011
Desabafo.

2 de setembro de 2011
O Passado e o Presente.

22 de agosto de 2011
Será Que Te Lembras?
Lembras-te da inocência?
Lembras-te de perder?
Lembras-te do juramento?
Lembras-te das velhas zangas?
Em que sempre nos magoava-mos por um simples dizer que não...
Lembras-te da fuga?
Em que fugiste sem explicar, onde levas-te contigo o meu coração, a minha emoção e a minha sanidade. Deparo-me então a fugir da realidade, uma realidade sem razão.
Lembras-te do teu regresso?
Que foi da mesma forma que havias saído como se nada tivesse acontecido.
Lembras-te do silêncio?
Lembras-te da reconciliação?
Ainda te lembras de mim?
21 de agosto de 2011
19 de Agosto.
Quando me recordo de todos os momentos vividos contigo, das palavras lindas e sonhadoras que me disseras, dos olhares profundos e suaves, dos teus beijos quentes como a Primavera, dos teus abraços que me apoiavam tanto, dos teus sorrisos que iluminavam qualquer ser, cada vez que me lembrara de ti… Só de pensar que este fim podia ter acontecido de outra forma, só de pensar que te poderia ter conhecido bastante bem, só de pensar que já não te tenho e que já te tive provoca-me revolta e vergonha de mim mesmo. Com a água das fortes e poderosas tempestades, com a ventania que agora habita no meu passado e presente, com o céu carregado de nuvens cinza, eu pensara que tudo isto poderia passar, mas não! O certo é que não te consigo esquecer, por mais que tente, por mais que as lembranças me cheguem á alma e me devorem por completo, eu não consigo…
Quando um navio anda á deriva entre os mares profundos, perplexos e por mais que tente alcançar uma saída, por mais que lute não alcança tal efeito, é assim que eu me sinto.
Sinto-me perdido, fui fraco e não lutei pelo que devia lutar. Por ti!
Nas costas encostas da solidão, de costas voltadas para com o resto do mundo, sem força de viver… Se o tempo voltasse atrás, eu faria tanta coisa de maneira diferente, agia naturalmente e perdia todo o orgulho que abundava loucamente em mim.
Transformava-me por completo, já não confundira o mar com o sol nem os oceanos com o vento, simplesmente era eu. Toda aquela confiança que sentira por ti desde o primeiro dia, foi diminuindo mas quem sabe se eu teria razão para tal coisa? Eu amava-te desde o primeiro dia, eu sonhava contigo, dormia a pensar em ti, abria a janela em direção aos raios do sol e apoiava-me no parapeito apenas á espera da tua possível chegada. As melodias ajudavam-me a ter-te por perto como o sol do meio-dia a desabrochar entre as nuvens maciças de algodão. O chilrear dos passarinhos era como fossem sinais, sinais da tua chegada humilde e honesta vinda do ponto alto do mundo. Mas agora, tudo isto acabara. Não sei se acabara porque éramos realmente diferentes, porque os nossos grupos se cruzavam ou porque já não gostaras de mim… mas eu também existo, e preferia não existir. Agora há que aplicar o presente em todas as frases que escrevo, fazer com que o passado não se torne cada vez mais num sofrimento, se é que não se tornou já. Fico na esperança que tudo isto passe como uma brisa repentina e suave, pois tem mesmo de passar, senão o que é viver assim?
16 de agosto de 2011
Desafio Musical.
Gerard Way (My Chemical Romance)
2. Cantora preferida:
Hayley Williams (Paramore)
3. Banda Preferida:
Paramore.
4. Uma música que te marcou no passado e uma que te marca no presente:
Placebo - Pure Morning
Bring me the Horizon - Blessed With a Curse
5. Música da minha vida:
Paramore - My Heart
6. Uma música que te lembre um dia feliz e um dia triste:
My Chemical Romance - Na Na Na
Scary Kids Scaring Kids - Watch Me Bleed
7. Uma música que te enche de saudade:
Secondhand Serenade - Goodbye
8. Três estilos que adoras:
Punk rock, metal e scremo.
9. Três estilos que odeias:
Hip-hop, rap e pop.
10. O teu álbum preferido de sempre:
Desabafo.

Ecoa em mim a simples divagação do pensamento que gera incerteza, a dúvida que me assiste nos momentos envolvidos pela fantasia da perfeição que assombra os meus dias e torna a esperança o que ainda resta, a cinza de algo que ardeu e deixou de ter forma ou expressão, a sombra do dia radioso que deixou de existir para dar lugar à obscuridade. Mas quem sou eu, o que encerro em mim que continua a ser aquilo que fui num tempo sem lugar nem pertença? Serei a minha própria sombra, ou serei a metamorfose das cicatrizes que marcaram o meu corpo e o meu espírito, tornando-me a testemunha do meu próprio passado?



