
Hoje finalmente encontrei-me na escuridão, conheci a melodia da penumbra e por momentos não me senti só. Vislumbrei a minha alma reflectida nos traços escondidos pelo vazio que me consome lentamente, a felicidade intrínseca na infeliz noite que me ilumina o ser e me relembra quem realmente sou.
Ecoa em mim a simples divagação do pensamento que gera incerteza, a dúvida que me assiste nos momentos envolvidos pela fantasia da perfeição que assombra os meus dias e torna a esperança o que ainda resta, a cinza de algo que ardeu e deixou de ter forma ou expressão, a sombra do dia radioso que deixou de existir para dar lugar à obscuridade. Mas quem sou eu, o que encerro em mim que continua a ser aquilo que fui num tempo sem lugar nem pertença? Serei a minha própria sombra, ou serei a metamorfose das cicatrizes que marcaram o meu corpo e o meu espírito, tornando-me a testemunha do meu próprio passado?
Ecoa em mim a simples divagação do pensamento que gera incerteza, a dúvida que me assiste nos momentos envolvidos pela fantasia da perfeição que assombra os meus dias e torna a esperança o que ainda resta, a cinza de algo que ardeu e deixou de ter forma ou expressão, a sombra do dia radioso que deixou de existir para dar lugar à obscuridade. Mas quem sou eu, o que encerro em mim que continua a ser aquilo que fui num tempo sem lugar nem pertença? Serei a minha própria sombra, ou serei a metamorfose das cicatrizes que marcaram o meu corpo e o meu espírito, tornando-me a testemunha do meu próprio passado?
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