18 de fevereiro de 2011

A Morte.

Aquela tua imagem...
O teu corpo inanimado, sem vida...
No teu peito, não se sentia o mais fraco batimento cardíaco e o teu olhar fora definitivamente apagado.
Naquele dia, a minha existência modificou-se.  
Desde então, sempre que a minha mente revelara uma imagem tua, no meu rosto caíra uma melancólica lágrima originada de dor e vingança.
O pano de fundo, jamais seria o mesmo... Agora, apenas ouvia aquela ensurdecedora balada originada pelo antigo teclado de um piado, misturado de gritos de vozes imaginárias na minha mente.
Prometera, que vingaria o teu trágico fim...
Era o meu luto...
A minha forma...
Olhava à minha volta, chovia torrencialmente, mas a noite continuava a exibir aquele luar estranhamente belo.
O meu rosto estava deitado sobre uma pedra fria... O teu túmulo tinha-se erguido.
Consecutivamente, a minha sede de vingança tinha-se manifestado.
Originou-se a bela tragédia...
O grande fenómeno de o coração parar e a alma vaguear...
Eternamente.



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